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25Jan.2008 - SISAB promove vinhos portugueses junto de 900 importadores estrangeiros
SISAB 2008 contará com a participação de mais de 400 empresas portuguesas e 900 compradores internacionais oriundos de 70 países
Novas áreas de exposição e o dobro do número de compradores internacionais e de expositores portugueses presentes, face ao registado o ano passado, vão marcar a 13ª edição do SISAB (Salão Internacional do Vinho, Pescado e Agro-Alimentar), que decorrerá, de 18 a 20 de Fevereiro, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
Reflectindo este acréscimo de 50% tanto em termos de agentes do mercado externo como das próprias empresas nacionais, o certame, vai ocupar, pela primeira vez, toda a área do Pavilhão Atlântico, abandonando a já exígua Sala Tejo, na qual decorreram as edições anteriores.
Considerado o maior salão nacional de negócios para exportação, o SISAB 2008 contará com a participação de mais de 400 empresas portuguesas e 900 compradores internacionais oriundos de 70 países.
China, Japão, Índia, Estónia, Lituânia, México, Polónia, Hungria e Eslováquia são alguns dos países de elevado potencial económico que se estreiam este ano no SISAB, juntando-se às presenças já assíduas de Angola, Cabo Verde, África do Sul, Brasil, Suécia, Noruega, Finlândia, Inglaterra, Dinamarca, República Checa, Estados Unidos e Canadá, entre outros.
No que diz respeito às marcas nacionais, a novidade passa pela criação de novos sectores de exposição, o que se traduz no alargamento do certame aos produtos gourmet, dietéticos, biológicos, e frutas frescas.
Entre as empresas portuguesas a apresentar os seus produtos/marcas encontram-se a Delta, Primor, Nobre, Sagres, Super Bock, Sumol, Compal, Cerealis, Herdade do Esporão, Sogrape, Imperial, Ferbar, Vimeiro, Lactogal, entre muitas outras.
Com a particularidade de apresentar exclusivamente marcas portuguesas ao universo internacional dos importadores do sector, o SISAB assume-se, assim, como a maior montra de produtos nacionais para o mercado da exportação.
"O SISAB é um palco privilegiado para a divulgação e promoção dos produtos portugueses lá fora e para a internacionalização das empresas nacionais", afirma Carlos Morais, responsável e organizador do salão.