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Maior projecto de Cultura e Arte da Região arranca a 10 de Agosto
Douro prepara-se para receber a 5ª Bienal Internacional de Gravura
"Contra tudo e contra todos", a Bienal Internacional de Gravura do Douro chega este ano à sua 5ª edição, uma vez mais pelas mãos do Núcleo de Gravura de Alijó, que desde 2001 tem pugnado pela defesa da cultura como motor de desenvolvimento e projecção regional. O evento tem início marcado para 10 de Agosto e prolonga-se até 31 de Outubro, marcando presença em diversos municípios durienses, desde Alijó (vila que viu nascer esta Bienal) até ao Porto, passando por Foz Côa, Favaios, Régua e Vila Real.
Segundo Nuno Canelas, Director da Bienal, "contrariando o marasmo cultural do país em tempo de crise, que arrasa tudo o que for cultura e arte, a Bienal Internacional de Gravura do Douro está aí, mais forte do que nunca, com a maior programação de sempre".
A expectativa em torno desta edição do certame é grande e razões para que assim seja não faltam. O programa contabiliza um total de 16 exposições da autoria de 360 artistas convidados, com 750 obras, oriundas de 74 Países de todos os continentes.
Números estes que traduzem bem a dimensão alcançada por esta Bienal tanto a nível nacional como internacional. A este feito acresce ainda a concretização de um objectivo primordial: expandir a Bienal pela região e levar a arte aos seus principais espaços culturais.
Depois do tributo a Paula Rego na Bienal de 2007, esta 5ª edição do certame vai homenagear Antoni Tàpies, artista catalão considerado pela crítica como um dos maiores nomes das artes plásticas do séc. XX, ao nível de Picasso, Marcel Duchamp ou Pollock.